domingo, 27 de outubro de 2013

Curiosidade:


Aqui está uma tabela com as diferentes durezas da água:

muito mole
0 a 70 ppm
0-4 dGH
mole (branda)
70-135 ppm
4-8 dGH
média dureza
135-200 ppm
8-12 dGH
dura
200-350 ppm
12-20 dGH
muito dura
mais de 350 ppm
mais de 20 dGH

De que depende a dureza da água?

A “dureza” da água para consumo humano está associada à presença de catiões metálicos, nomeadamente os iões de cálcio (Ca2+) e magnésio (Mg2+).
Uma água é considerada “dura” quando contém na sua composição valores significativos destes sais, e “mole” quando os contém em pequenas quantidades.
As águas provenientes de zonas calcárias são mais duras do que as águas provenientes de zonas graníticas.
A dureza divide-se em dureza temporária e dureza permanente. A dureza temporária tem a ver com a presença de carbonatos e bicarbonatos, podendo ser eliminada através da fervura da água. A dureza permanente está relacionada com o facto de ter cloretos, nitratos e sulfatos, que não são reagentes à fervura. Ao conjunto destas duas durezas dá-se o nome de “Dureza Total da água”.
Existem vários tipos de durezas: desde o mais mole até ao mais duro.
A água considerada dura não dissolve bem o sabão ou detergente, tem um sabor desagradável e promove a deposição de calcário nas canalizações, máquinas de lavar roupa e louça, ferros a vapor e por vezes nas torneiras e chuveiros, enquanto que a água considerada mole dissolve muito facilmente o sabão ou detergente e tem um sabor mais doce.
Basicamente, estas variações de durezas acontecem devido à diferença de quantidade e existência de minerais e sais metálicos de região para região. Quanto mais minerais e sais metálicos tiver a região mais a água é rica neles, logo torna-se mais dura. Quanto menos minerais e sais metálicos tiver menos a água é rica neles, tornando-se mais mole.

Bibliografia:

Aula número 2


Curiosidade:

Eis aqui uma experiência sobre como se pode fazer estalagmites e estalactites em casa.

sábado, 26 de outubro de 2013

Como se formam as estalagmites e a estalactites?


As diaclasses são fendas suportadas pelos calcários. A sua origem pode estar relacionada com processos diagenéticos ou com processos tectónicos. Processos diagenéticos têm a ver com a formação da rocha por perda de água da lama inicial, e, processos tectónicos têm a ver com a movimentação das placas tectónicas.
 É a circulação da água da chuva pelas diaclasses que faz com que estas cresçam, originando assim formas de relevo características das regiões calcárias, que podem variar de região para região.
As águas que circulam debaixo do solo acabam por se tornar em hidrogenocarbonato de cálcio. Na maior parte das vezes em que isto acontece pode levar a uma supersaturação e fazer com que a calcite escorra tão lentamente que acaba por se tornar em cristal. Assim a calcite vai crescendo para baixo, em tubo, e acaba também por engrossar, até se formarem as estalactites.
A contínua circulação da água leva a que alguns pingos ao caírem no fundo da gruta comessem também a depositar-se uns em cima dos outros, de forma a crescerem, tornando-se depois em estalagmites.

As estalagmites podem apresentar várias formas ao contrário das estalactites. Com a junção destes dois conjuntos de cristais, a estalactite de cima e a estalagmite de baixo, formam se as colunas.

Bibliografia:

sábado, 19 de outubro de 2013

OLÁ!

Olá! Hoje criei este blog e pela primeira vez estou a escrever nele! 
Quero apresentar-te o Professor que escolhi para explicar a matéria que eu aqui colocar. Ele chama-se SR. TERRA e está sempre pronto para ajudar! Espero que gostes! ;)